*LRCA Defense Consulting - 05/04/2026
Na quarta-feira (02/04), segundo dia de atividades da LAAD Defence and Security 2025, foi celebrado um marco significativo nas relações comerciais das Forças Armadas do Brasil: a assinatura do Termo de Execução Descentralizada (TED) entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) para a aquisição de milhares de unidades do Fuzil de Assalto IMBEL 5,56 IA2, que equiparão as unidades de Infantaria da Força. O acordo também prevê a aquisição de diversos kits de manutenção de 1º, 2º e 3º escalões.
Representando a Força Aérea Brasileira (FAB), estiveram presentes no evento o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, o Comandante-Geral de Apoio, Tenente-Brigadeiro do Ar Valter Borges Malta, e o Diretor de Material Aeronáutico e Bélico (DIRMAB), Brigadeiro do Ar Clauco Fernando Vieira Rossetto. Já pela IMBEL, participaram o Presidente da empresa, General de Divisão Ricardo Rodrigues Canhaci, além dos diretores Comercial, Coronel Eduardo Rangel de Carvalho, de Inovação, Coronel Thiers Lobo Ribeiro, e Industrial, Coronel André Luiz de Assis Miranda.
O Termo de Execução Descentralizada (TED) é um mecanismo que viabiliza a descentralização de recursos entre órgãos e entidades federais, sendo amplamente utilizado na implementação de projetos, programas e ações. “Uma de suas principais vantagens é a aplicação eficiente dos recursos transferidos, promovendo melhorias na qualidade do produto e no aperfeiçoamento das plantas industriais”, destacou o Presidente da IMBEL, General Ricardo Rodrigues Canhaci.
Fuzil 5,56 IA2
O Fuzil 5,56 IA2 representa uma nova geração de armas de fabricação integralmente nacional, concebidos com tecnologias inovadoras e materiais mais leves e duráveis. Seu desenvolvimento atendeu aos Requisitos Operacionais Básicos (ROB) 07/10 – EME, de 3 de agosto de 2010, culminando na homologação do Material de Emprego Militar (MEM) pelo Exército Brasileiro (EB) em janeiro de 2012, o que possibilitou a aquisição do lote inicial pela Força Terrestre no mesmo ano.
Após ser submetido a rigorosos testes no Centro de Avaliações do Exército (CAEx) e avaliado em Organizações Militares (OM) estratégicas, o projeto foi aprimorado para atender integralmente aos Requisitos Operacionais Conjuntos (ROC) do Ministério da Defesa, garantindo a padronização do fuzil de assalto para as três Forças.
*Com informações da Força Aérea Brasileira
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